quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Mustang



Nunca entendi isto: quando os europeus chegaram à América, não havia cavalos na América. Contudo, nos westerns, os índios são exímios em montar a cavalo. Em pêlo. 

E, mais estranho, o Trump(F) é acusado de matar, "slaughter" os Mustang, que são os cavalos selvagens nativos. 

Porquê tanta incongruência? Será à americana?
Até há uma petição. Vejam. O problema é que esta petição pede demasiada informação de quem quiser 
subscrevo-la.

Trump: Stop the Slaughter of the American Mustang

Também se sabe que, de certa forma, sempre houve cavalos na América. Mas, antes dos europeus, esses cavalitos eram do tamanho de gatos.
VER:

Cavalos pré-históricos eram do tamanho de gatos

terça-feira, fevereiro 13, 2018

Bailado de inícios do Sec. XX , Art Nouveau e bailarina Loie Fuller






Passou hoje no TVCine 2 um filme, "Dançarina" "La Danseuse" sobre a bailarina de princípios de sec XX,

Loie Fuller.

Também aparece no filme a bailarina, mais conhecida, Isadora Duncan, que, a ser verdade, manteve uma relação lésbica com a protagonista, mas com motivos oportunistas.

Ótimo filme sobre a dança europeia de inícios do sec, XX. Love Fuller foi criadora da Serpentina Dance, bem como foi inventora da luminotecnia e precursora de muitas tendências e movimentos, incluindo a dança rítmica. Escusado dizer que foi incompreendida no seu tempo.

Loie Fuller, bailarina modernista, inventou a "serpentine dance", que se pode ver neste vídeo da época. Ou no vídeo do filme, a seguir.

1º vídeo: Dança original de Loie Fuller, Dança da serpente "Serpentine Dance"

2º vídeo: The Gonzaga University Dance Program presented Lily by Löie Fuller at the Spring Dance Concert, April 2017.

3º vídeo: Trailler do filme A Dançarina, com Loie Fuller protagonizada pela atriz Soko, Título original: La danseuse, 2016 - França, realizador Stéphanie Di Giusto.

4º vídeo: Documentário em inglês sobre Loie Fuller.

Jejum da Quaresma? Gorduras de Carnaval!


Antes do jejum da Quaresma, nada como enchermos-nos de gordura de porco, focinho, orelheira, enchidos. Fui a um restaurantezinho ao pé de casa que não vem nos roteiros das tasquinhas (como o Imperial, a 50 metros, que vem no Time Out), mas que é muitíssimo melhor e com quantidade para sobrar muito.

O Sr. Manel e a esposa, logo que tiveram uma filha, fecharam o restaurante para o jantar e para o fim de semana. A filha já é grandita, é inteligentíssima, mas quem quiser que lá vá comer ao almoço durante a semana. O Sr. Manel tem pronuncia das Beiraze, mas parece que é do Minho.

Hoje, dia de Carnaval, fui lá perguntar se tinham cozido à portuguesa.

- Cozido à portuguesa é à quinta feira, "vezinha" - responde o Sr. Manel.
- Sr. Manel, dia de Carnaval é dia de cozido à portuguesa!
- Vezinha, dia de Carnaval é dia de feijoada à portuguesa! É dia de carne de porco, enchidos e orelheira.
- Sr. Manel, dia de Carnaval é dia de cozido à portuguesa, com carne de porco, enchidos e orelheira!
- Não! Feijoada com carne de porco, enchidos e orelheira!
- Ok, venceu. Quero feijoada com carne de porco, enchidos e orelheira! - respondo, quando já toda a freguesia ri, como quem dizia que o Sr. Manel tem carradas de razão.
Maravilhosa refeição, quantidade imensa, vinho bom a granel, tudo por 12 Euros. Pode?

Pode. Nao digo onde fica, mas, apesar de não vir nos roteiros, tem clientes de toda a Lisboa e muitos da Costa da Caparica, Setúbal, etc. Segredo.

- Vezinha, quer mais batataze? Umas batatinhaze? - Pergunta o Sr. Manel com pronúncia das Beiraze.
- Não, senhor Manel, obrigada, Sr. Manel!
- Mais umas couvezinhaze?
- Não, senhor Manel, obrigada, Sr. Manel! Está tudo ótimo! Maravilhoso!

Bem, eu sou muito distraída, desatenta, esqueço-me do nome das pessoas, se calhar o senhor nem se chama Sr. Manel!

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

A Igreja Católica no seu pior






E também no seu melhor...
Apesar da simplicidade do Papa Francisco, que renunciou aos doirados e aos oiros desde o primeiro dia, ainda há prelados como este, o Cardeal Raymond Burke. Odeia gays e feministas, mas adora estes rabos que usa à maneira antiga.
Tão prático!

Este é o principal opositor e inimigo do Papa Francisco

VER AQUI: 

Está instalada a guerra nos bastidores do Vaticano


sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Será que os padres e cardeais portugueses viraram humoristas?



Será que os padres e cardeais portugueses viraram humoristas?

Para suavizar a ideia do Papa Francisco de que os divorciados se podem recusar e mesmo assim comungar, afirma o nosso Cardeal Patriarca que devem fazer continência.

Continência como fazem os militares quando veem outro militar? Bater com  mão na testa?

Isto faz lembrar um antigo arcebispo de Braga, que nos fazia rir em horário nobre, a respeito do filme "O Império dos Sentidos":

"Como a do arcebispo de Braga, D. Eurico Nogueira: "Aprendi mais em meia-hora a ver O Império dos Sentidos do que em 67 anos de vida", disse ao Expresso, confessando ter tido "horríveis vómitos" após o visionamento. 

Se eu soubesse desenhar bem, desenharia assim a situação.

Autora do desenho: Nadinha

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

Tintoretto, longevidade, dietas, etc.


O senhor representado nesta tela de Tintoretto esteve para morrer quando tinha 40 anos, devido a excessos alimentares, de comidas e bebidas. Mas morreu com 102.

o Senhor chamou-se Luigi Cornaro e era um nobre veneziano do século XVI. No retrato, pintado por Tintoretto, feito em 1560, o senhor tem já 96 anos e está em grande forma.

Foi precursor das dietas que hoje se prescrevem, que enunciou no seu texto Discours.

Propõe uma vida tranquila, de temperança nas comidas e bebidas, deveremos levantar-nos da mesa com a sensação de que ainda comíamos mais qualquer coisita...

Também se esforçou por evitar "sentimentos difíceis de vencer", como a melancolia, o ódio e outras emoções violentas que "parecem ter muita influência sobre o nosso corpo".

Afirma, por exemplo, que o que a comida faz melhor, depois de um lauto jantar, é aquela que ficou na mesa.

No seu quarto e último discurso, escrito pela época em que foi retratado, aos 95 anos, afirma o seguinte:

"Eu monto a cavalo sem ajuda, trepo facilmente um lanço de escadas sem me esbaforir. Ando alegre e de bom humor, o meu espírito está calmo, enfim, a alegria e a paz reinam no meu coração. E canto, porque tenho agora uma voz melhor."

Ver mais nesta revista francesa de Saúde e Nutrição:


PURE SANTÉ (clicar)





sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Como se vestia uma verdadeira senhora no Século XVI?





Como se vestia uma verdadeira senhora no Século XVIII?
E no Século XIX, em 1930?
Era assim. Ver vídeos.





Enfim, naqueles tempos era mais fácil distinguir uma "Senhora" de qualquer outra criatura do género feminino.